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O porquê das emoções

É fácil pensarmos em como a alegria nos faz sentir bem, a saudade nos dá um aperto no peito
e o medo nos faz sentir “frio na barriga”. Mas não é assim tão intuitivo lembrar o porquê de
sentirmos todas estas emoções.
Sabia que a alegria ajuda o cérebro a recordar aquilo que é importante para nós? E que a
surpresa nos ajuda a focar nas situações novas com que nos deparamos? Se calhar nunca
pensou que a raiva nos ajuda a lutar contra os problemas e que a confiança serve para nos
conectarmos com as pessoas que nos ajudam (estas pistas ajudam-nos um bocadinho melhor a
perceber a oscilação de emoções das nossas crianças e a sua importância no desenvolvimento
infantil, verdade?).
Todas estas emoções são melhor geridas e trabalhadas quando partilhadas. E que melhor
forma de fazê-lo do que a brincar? Todos sabemos que a brincar as crianças aprendem e se
desenvolvem; mas também é junto dos amigos que trabalham a empatia, aprendem a
respeitar o espaço do outro, a fazer cedências, a dar a vez, a ver a perspetiva do outro.
Em cada brincadeira de bonecas, construção de casinhas ou voo livre da imaginação nos jogos
de faz-de-conta, desenvolvem-se competências sociais e pessoais importantes: a expressar
ideias, pensamentos e sentimentos, a compreender escolhas, a lidar com a zanga e frustração,
a respeitar a diferença…
E todos nós nos lembramos daquelas brincadeiras preferidas de infância e dos amigos que
levamos para a vida toda!

Obrigado Patrícia Fernandes  Psicóloga Infantil (podem seguir no Instagram @slow.mae )

O que acharam deste texto? Lembram-se das brincadeiras preferidas de infância?